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Implantes e reabilitação

Implante zigomático: quando disseram que você não tem osso

O implante zigomático é mais longo que o convencional e se ancora no osso zigomático (o osso da maçã do rosto), que não se perde com a falta dos dentes. É a saída para reabilitar o maxilar superior em casos de reabsorção severa, sem enxerto e muitas vezes com dentes fixos no mesmo dia.

Radiografia panorâmica digital na tela do consultório

Sem enxerto ósseo

Evita cirurgias de enxerto que exigem meses de espera e nem sempre dão o volume necessário.

Dentes fixos imediatos

Na maioria dos casos é possível instalar a prótese provisória fixa em até 24 horas.

Casos de alta complexidade

Indicado para quem já teve implantes perdidos, maxilar muito reabsorvido ou sequelas de cirurgias.

Quando o zigomático é indicado

Quando o maxilar superior perdeu tanto osso que os implantes convencionais não têm onde se fixar. Isso acontece com quem usa dentadura superior há muitos anos, com quem perdeu implantes anteriores, após infecções extensas ou por características anatômicas do próprio paciente.

A alternativa tradicional seria o enxerto ósseo em grande volume, retirado do próprio paciente ou de banco de osso, com meses de cicatrização e previsibilidade menor. O zigomático pula essa etapa ancorando o implante em um osso que está sempre lá.

Como é feita a cirurgia

O planejamento é obrigatoriamente feito com tomografia, que mostra o trajeto do implante pelo seio maxilar até o osso zigomático. São usados 2 ou 4 implantes zigomáticos, combinados ou não com implantes convencionais na região anterior.

A cirurgia é mais longa que a de um implante comum e, na Cimplo, costuma ser realizada com sedação consciente. Ao final, uma barra une os implantes e recebe a prótese provisória fixa, dentro do conceito do protocolo em 24 horas.

Por que isso exige um centro especializado

A técnica zigomática exige domínio anatômico, equipamento de imagem e experiência em reabilitação total. Não é um procedimento de rotina em consultórios gerais, e é por ele que pacientes de cidades vizinhas, e de outras regiões de Minas, chegam a Barbacena. A Cimplo é referência em resolver casos de alta complexidade e trata o zigomático como parte de um plano completo, do diagnóstico ao protocolo definitivo.

Passo a passo

Como conduzimos zigomático na Cimplo

  1. 1

    Tomografia e avaliação

    Análise do volume ósseo remanescente e da anatomia do seio maxilar e do zigoma.

  2. 2

    Planejamento

    Definição do número de implantes zigomáticos e convencionais e do desenho da prótese.

  3. 3

    Cirurgia com sedação

    Instalação dos implantes e, quando a estabilidade permite, prótese fixa imediata.

  4. 4

    Acompanhamento

    Consultas de ajuste e controle nas primeiras semanas.

  5. 5

    Protocolo definitivo

    Após a integração, a prótese final em material de alta resistência.

Dúvidas

O que mais perguntam sobre zigomático

Já perdi implantes antes. O zigomático pode funcionar?

Esse é justamente um dos cenários mais comuns de indicação. Como a ancoragem é em outro osso, a história anterior do maxilar pesa menos.

O zigomático serve para a arcada de baixo?

Não. O osso zigomático fica na face, acima do maxilar superior. Para a mandíbula existem outras soluções, como implantes curtos ou inclinados.

É mais arriscado que o implante comum?

É uma cirurgia mais complexa e por isso deve ser feita por equipe experiente, com tomografia e, idealmente, sedação. Com planejamento adequado, as taxas de sucesso publicadas na literatura são altas e comparáveis às dos implantes convencionais.

Preciso ficar sem dentes?

Na grande maioria dos casos, não. A prótese provisória fixa é instalada em até 24 horas.

Um não de outro lugar não é a resposta final

Se já ouviu que não tem osso para implante, traga a sua tomografia. Vamos avaliar se o implante zigomático resolve o seu caso.

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