Quando o zigomático é indicado
Quando o maxilar superior perdeu tanto osso que os implantes convencionais não têm onde se fixar. Isso acontece com quem usa dentadura superior há muitos anos, com quem perdeu implantes anteriores, após infecções extensas ou por características anatômicas do próprio paciente.
A alternativa tradicional seria o enxerto ósseo em grande volume, retirado do próprio paciente ou de banco de osso, com meses de cicatrização e previsibilidade menor. O zigomático pula essa etapa ancorando o implante em um osso que está sempre lá.
Como é feita a cirurgia
O planejamento é obrigatoriamente feito com tomografia, que mostra o trajeto do implante pelo seio maxilar até o osso zigomático. São usados 2 ou 4 implantes zigomáticos, combinados ou não com implantes convencionais na região anterior.
A cirurgia é mais longa que a de um implante comum e, na Cimplo, costuma ser realizada com sedação consciente. Ao final, uma barra une os implantes e recebe a prótese provisória fixa, dentro do conceito do protocolo em 24 horas.
Por que isso exige um centro especializado
A técnica zigomática exige domínio anatômico, equipamento de imagem e experiência em reabilitação total. Não é um procedimento de rotina em consultórios gerais, e é por ele que pacientes de cidades vizinhas, e de outras regiões de Minas, chegam a Barbacena. A Cimplo é referência em resolver casos de alta complexidade e trata o zigomático como parte de um plano completo, do diagnóstico ao protocolo definitivo.
